
Ele não precisava dormir. Não mesmo. Mas a convivência com os humanos na Terra, enquanto estava exilado, o fez manter costumes deste povo tão querido em seus corações. E naquela manhã ele dormia. Era como se todas as suas preocupações, medos, angústias e culpas tivessem sido arrancados naqueles pequenos momentos em que descansava na sua cama, na TARDIS.
Ele sonhava que brincava com as estrelas e corria entre elas como um garoto, que já não era mais. Era até inacreditável pensar que um Senhor do Tempo que sofreu tanto poderia ainda aproveitar minutos da sua infância e de todas as maravilhas que havia visto. Lá no fundo ele acreditava que o Universo mudaria, que todos os seus monstros sumiriam no momento em que acordasse.
Ele sonhava que brincava com as estrelas e corria entre elas como um garoto, que já não era mais. Era até inacreditável pensar que um Senhor do Tempo que sofreu tanto poderia ainda aproveitar minutos da sua infância e de todas as maravilhas que havia visto. Lá no fundo ele acreditava que o Universo mudaria, que todos os seus monstros sumiriam no momento em que acordasse.
