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Este conto faz parte do mundo de "Os sussurros da Floresta",
mas não é uma continuação |
A população de Talassa vivia em terror, pois eles sabiam que os Impostores estavam por todos os lados, tirando quem quer que fosse das suas vidas. As manhãs e tardes eram sempre escuras e ajudavam no tormento dos habitantes daquele lugar. Eram tristes e solitários, apenas desejando ter, um dia, a liberdade que foi-lhes roubada desde que a primeira Lua de Netuno foi criada. Segundo as histórias contadas nos antigos livros, a deusa Náiade fez todos os outros doze mundos exatamente iguais apenas por diversão, pois ela não aguentava mais viver sozinha. Obrigou aquelas pessoas a morarem em minúsculas cavernas, frias, sem qualquer motivo para serem chamadas de "Lar".
Mas, para transformar as vidas dos Talassanos e de todos os outros onze mundos um pouco mais intrigantes, Náiade resolveu dividir em doze partes os maiores símbolos de sua Casa, a fim de que todos pudessem fazer suas preces à eles, como se fossem deuses poderosos. Em Talassa, no centro da Floresta Proibida, estava a árvore e, ao seu redor, três cascatas de água lilás. Ninguém nunca ousou enfrentar este desafio.
Mas, para transformar as vidas dos Talassanos e de todos os outros onze mundos um pouco mais intrigantes, Náiade resolveu dividir em doze partes os maiores símbolos de sua Casa, a fim de que todos pudessem fazer suas preces à eles, como se fossem deuses poderosos. Em Talassa, no centro da Floresta Proibida, estava a árvore e, ao seu redor, três cascatas de água lilás. Ninguém nunca ousou enfrentar este desafio.
