sábado, 21 de março de 2015

Dicas para você ser uma pessoa mais criativa

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"Lá vem o cara chato querendo fazer um texto clichê sobre como ser criativo". Sim, é isso mesmo. Mas não quero dar uma fórmula mágica, nem nada disso, até porque não existe e cada um funciona da sua maneira. O propósito desta publicação é mais para jogar alguns truques na mesa de quem tenta, tenta e sempre acaba ficando preso nas mesmas ideias ou não sai daquela boa e velha preguiça.

segunda-feira, 9 de março de 2015

O que eu imaginei ao ouvir o álbum 1989 da Taylor Swift

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Não gosto de ouvir música. Mentira, eu gosto de ouvir música, mas não gosto de ouvir toda hora, todo segundo. O problema de fazer isso é que transforma as músicas em apenas instrumentos para distração, e isso me deixa chateado. Para mim, música serve para registrar momentos mentais, criar gatilhos para que a nostalgia apareça, fazer com que diversos sentimentos surjam com ela. Enfim, acho chato ouvir uma música e lembrar de estar entediado dentro de um ônibus.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

A Padaria do Inferno

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O inferno não era como todos imaginavam. Claro, havia aquela intensa fantasia de que o diabo era um cara do mal que vivia toda a sua eternidade capturando almas inocentes - nem tanto assim - para que fizessem parte do seu rebanho de ovelhas indomáveis. Ora, qualquer um poderia acreditar em tais fábulas, mas não era bem assim que funcionava no lar do Anjo do Mal.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Natal na Cidade no Meio do Nada

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Lembro que fazia 13 graus quando acordei e olhei pela janela a chuva caindo. Fiquei durante vinte minutos observando as gotas apostando corrida e, ao final do caminho, juntando-se e transformando-se em um cristalino pingo, que continuava a sua jornada para chegar ao destino. Era um pouco tedioso, eu sei, mas aquilo me fazia feliz.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Casa. Um ano depois.

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Cof, cof. Ahn, preciso tirar um pouco da poeira que está vagando pelo meu mundo virtual disfarçado de biblioteca gigante maior por dentro. Há quanto tempo não apareço por aqui? É, desde agosto de 2014, o que soma alguns meses do ano, pois já estamos em dezembro, e eu não tô afim de ficar fazendo contas.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Nem tudo é literal

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Aquela senhora lá ao fundo me olhava de um jeito muito dramático enquanto eu tentava ler um jornal que encontrei em cima de um banco qualquer no meio da praça. Pobre pedaço de papel, cheio de sangue, dor e lágrimas. Cheio de fezes de pombos, também. O jornal era novo, ainda daquele dia. Suas manchetes misturavam-se graças às gotas de chuva que caíam aos poucos naquela manhã. A senhora lá ao fundo continuava a me olhar.