terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Histórias de uma infância traumatizante

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Ser criança pode parecer que tudo é mais fácil: a mãe dá comida, o pai carrega no colo, o tio joga futebol, os padrinhos dão presentes. Mas esses são os pequenos momentos em que o benefício de ser bonitinho nos proporciona. Infelizmente, para todos os seres humanos, chega aquela hora que o perigo é inevitável e alguns machucados surgirão nos joelhos e cotovelos. Quem nunca foi correndo para casa chorando porque tomou uma pedrada na cabeça?

Hoje vamos conversar um pouquinho sobre aqueles tombos da "magrela", as boladas no meio do peito, as brigas com os amiguinhos e o fato incontestável que mostra como a infância pode ser cruel conosco.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Eu costumava criar pequenas novelas e programas de rádio em casa

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Adoro nostalgiar. A maneira mais legal de voltar no tempo - enquanto ainda não temos a sonhada máquina - é relembrar minhas peripécias do passado. Nesta época em que a vida era menos louca que atualmente e, devido à falta do que fazer, meus dons criativos permitiam que eu bolasse personagens, histórias e as transformassem em pequenas gravações cinematográficas com minha super-câmera de fita cassete, aquelas de tamanho menor.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Aprenda a descer em um toboágua de forma eletrizante

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Vamos dizer que pelos muitos textos sobre infância neste blog, eu tive uma época boa nos meus joviais anos. Já comentei sobre as aventuras muito loucas que estive presente quando a minha alma de criança ainda refletia, não apenas na mente, mas também na aparência. Vocês aprenderam sobre os meus desenhos favoritos e todas as coisas nostálgicas deste pequeno/grande universo que é ser alguém sem responsabilidades. Mas existe uma história sensacional que eu nunca contei para ninguém, e somente quem estava presente pôde captar já as faíscas de uma brilhante mente que inventou um novo jeito de descer pelo toboágua/tobogã/escorregador, ou o que você quiser chamar.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Onde foram parar os bichos-de-pé?

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Desde os primórdios da nossa infância nós, seres humanos, sempre estivemos de frente com perigosas criaturas, porém invisíveis. Uns chamam de monstros do armário, outros denominam como Bicho Papão, porém estes não passam de histórias fantasiosas que adultos inventaram para assustar as pobres e inocentes mentes dos párvulos (procurei no dicionário um sinônimo para criança. Que palavra horrível.). Enfim, depois desta bela introdução, quero apresentar-vos ou talvez refrescar suas memórias com um pequeno bicho nunca visto, mas muito presente na vida de cada um. 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Os programas da nossa infância

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A maioria das  crianças nasceram com a cultura de ficar na frente da televisão assistindo desenhos, séries infantis e muitos outros programas que ainda são transmitidos ou que apenas vivem em nossa memória. Para comemorar essa semana da Criança vamos relembrar alguns dos principais meios de entretenimento que nos era disponível há alguns anos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Nós já fomos crianças

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Ainda me lembro do tempo em que eu ficava esperando receber um presente do dia das Crianças, nem que fosse apenas um boneco dos Power Rangers que trocava de cabeça. A sensação de ganhar algo nessa data era tão importante quanto aniversário e/ou Natal. Não sei como funciona hoje para os pimpolhos, que devem abrir muito contentes as caixas de Playstation.

quinta-feira, 31 de março de 2011

“Rá! Primeiro de Abril.”

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Que frase irritante, meus amigos e minhas amigas. Desde que passei a ter noção da minha existência e, infelizmente ou não, comecei a estudar, toda a vez que a data mágica, boba, engraçada, malandra chegava, todo mundo ia o delírio.

Eram colegas exercendo o maior pico de criatividade somente para enganar o amiguinho. E, senhoras e senhores deste blog, vocês acreditam que muitos até mesmo ficavam pensando em histórias - quase verídicas - no dia anterior? Inclusive eu fazia isso, mas não vem ao caso.

A verdade é: o tempo passou e ninguém mais dá bola para esse tipo de coisa. Talvez agora, com a volta da internet, a demanda de piadistas do twitter, e a massificação dos trolls, isso volte. Já voltou, na verdade.

Google pregando peças nos usuários de suas redes sociais e serviços. Galera matando famosos, apresentadores do Globo Esporte fazendo trocadilhos: “que chute feio! Se o jogo fosse no dia primeiro de Abril até dava para pensar que foi pegadinha do jogador.”

Mas é uma data legal. Muitos gostam, outros odeiam. O que importa é que, no fim tudo acaba e ninguém se lembra mais, só no ano que vem. Talvez até eu escreva este texto de novo.

Bom, fica a lembrança desse dia divertido. Afinal, que graça tem a vida se não para contar piadas?

Um abraço, e vou me matar ali.

Rá! Primeiro de Abril.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O futebol e sua inexplicável essência

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Uma grande parte da minha vida (até meus 10 anos, mais ou menos) foi de ódio e pavor de qualquer tipo de jogo de futebol. Eu olhava para aquela televisão, meu pai assistindo e não conseguia entender de onde diabos ele achava graça em 22 caras correndo atrás de uma bola. Devo admitir também que nunca fui um craque dentro das quatro linhas, mas isso é não vem ao caso.
Eis que um belo dia ganhei de um primo meu o FIFA 2004 para computador e comecei a jogar. Foi rápido para entender as regras e começar a ter aquela paixão maravilhosa que todos têm por este esporte. Conheci Zidane, Figo, Ronaldo, Cambiasso, Raúl, daquele galáctico Real Madrid. Entendi o impedimento, embora meu pai já tivesse me explicado e eu compreendia boa parte dessa regra.