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| não contém spoilers |
Nós sempre estamos falando em como será o futuro, o que acontecerá quando ele chegar, mas a realidade é que nós já estamos vivendo o que a ficção científica tanto insistiu em inserir em nossas mentes. Se formos analisar, há um pouco mais de quatro anos, falar que poderíamos encostar em telas de celulares, acessar a internet de um aparelho parecido com uma tábua e conectar a nossa televisão à rede mundial dos computadores (Fantástico feelings) seria apenas impossível.
Esse conceito de "já estamos no futuro" me pegou quando resolvi abrir uma revista Super Interessante de 2004 e me deparei com uma propaganda de um celular da época: um aparelho arredondado, pesado e cheio de botões, tendo uma tela em preto e branco. E o anúncio deixava claro que aquela era a melhor tecnologia que existiu. Algum tempinho depois, a chuva de smartphones mudou completamente a maneira que enxergamos o nosso futuro/presente.
E é por isso que eu estou aqui para comentar sobre uma série britânica que explode mentes com sua tamanha genialidade: Black Mirror. Primeiramente vamos ver alguns aspectos do formato dela e, após isso, falarei de dois episódios em particular que se encaixam com o conteúdo deste texto.







