Existem momentos em nossas minúsculas vidas que apenas parecem um sonho que há muito tempo não aparece. Não faz muito tempo que meu subconsciente narrou uma história em meu cérebro, porém fui deixando-o passar e no final das contas consigo somente lembrar de alguns pedaços, o que é muito frustrante. O épico acontecimento que inundou meus neurônios durante uma noite inteira passou-se em uma fazenda, cuja tarefa dos herois era salvar o local que estava amaldiçoado (não lembro quais eram as pragas, infelizmente), porém eles deveriam fazer algumas coisas para impedir. Eram três maldições e eu só lembro uma: havia um lago enorme envolvido por belos campos com grama muito verde, apenas eu e mais um outro rapaz estávamos vivos, porque os outros morreram durante as outras tarefas que não conseguimos cumprir. Só sei que este lago iria engolir toda a localidade se não descobríssemos como parar, mas infelizmente acho que não funcionou, porque acordei (provavelmente morri no sonho).
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Banho de sol
Dentre todas as coisas que eu não consigo compreender, uma delas é o tal do banho de sol. Essa é uma das expressões mais falhas desde que o ser humano descobriu a escrita, lá nos primórdios do universo quando Plínio de Arruda era professor de Língua Cuneiforme para Hebe e Serra.
Aí com o poder de se comunicar o povo começou a “emburrecer” e junto com essa burrice surgiram as mais diversas frases de efeito. O banho de sol nada mais é – para os leigos – do que se debruçar e esperar os raios ultravioletas torrarem toda a parte traseira do indivíduo ali posicionado.
sábado, 23 de outubro de 2010
Verão: o pesadelo de todos os anos
Quando penso em verão já me dá calafrios (?). É interessante toda a mística ao redor desta estação do ano, que a meu ver é a pior. Pessoas correndo contra o tempo para emagrecer e aparecer na praia, gente comprando roupas da moda para sair desfilando por aí. Mas afinal, o que tem de bom nisso? Nada.
O calor só serve para atrapalhar, vejamos: estamos em casa com quatro ventiladores ligados e não resolve, tem vezes que nem o ar condicionado dá conta. Você pode estar quase sem roupa, mas o calor continua lá (ao contrário do inverno que é só colocar mais agasalho e pronto). No ônibus público então, é um caos: gente usando regata e com os braços levantados se segurando, aquele maravilhoso cheiro infectando metade do lugar. É triste.