Leidis end Gentolmen. Nos últimos anos acompanhamos uma grande evolução em nossa amiga chamada tecnologia. Conhecemos os smartphones, computadores de grande capacidade e os tablets. Ah, os tablets. Grandes tábuas que servem para acessar o mundo mágico da internet. E, de novo, a Apple começou com essa história de revolucionar os produtos.
Eu lembro como se fosse ontem quando o pobre e coitado Steve Jobs subiu no palco e apresentou este novo aparelho que mudaria a forma como o ser humano enxerga o mundo. A utopia daquele visionário que ninguém conseguia entender, mas ele, somente ele era capaz de notar o que o usuário estava precisando. Ele estava certo. No twitter, os comentários dos Trending Topics do Brasil eram sensacionais: "iPhonão"; 'iPhone Grande". Era isso que os cérebros conseguiam captar da mensagem passada pelo gênio apresentando aquela Keynote.
Vou confessar que o produto pouco me chamou a atenção, até mesmo quando a segunda versão do aparelho foi lançada. Nada novo, nada que eu já não tivesse visto antes. Eu estava muito feliz com o meu iPod Touch e não via a necessidade de possuir algo um pouco maior. Bom, isso foi até o dia 07/03/2012. Obviamente, depois de ter a experiência com o iPod e um MacBook e acompanhar toda a evolução da Apple, coloquei em minha mente que gostaria de um iPad. A bem da verdade, eu iria adquirir um eReader, porém pensei melhor e juntei tudo em um saco só.
Retina display, uma baita velocidade, toda a experiência de mexer neste gadget me fizeram decidir comprar. Eu queria algo para poder ler livros, eu queria algo para poder assistir filmes sem precisar tirar o notebook da mochila enquanto viajo, eu queria algo para acessar a internet de uma forma leve e rápida. Aos poucos notei que uma vida sem iPad já estava ficando um pouco complicada. Na verdade, você só percebe a falta que faz quando não o tem mais (saudade iPod Touch. Volte logo.)
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