Vou contar uma coisa para você, caro leitor. Eu sou contra qualquer tipo de prova, seja ela qual for: escola, faculdade, tanto faz.
Você me pede para argumentar? Posso fazer isso também.
Vamos pela lógica de que você estuda realmente para o teste: provavelmente todo conteúdo que cai foi lhe falado pelo professor, ou seja, só será estudado o que talvez irá cair. Pronto! Vamos começar a decorar a matéria. Resultado? Você foi bem na prova, mas não lembra porcaria nenhuma no outro dia.
E aí, se o professor lhe dá um trabalho que seja do mesmo conteúdo, mas para apresentar. "Não vale ler" - diz o mestre. Muito bem, mesmo que todos os seus colegas façam e você fique só na espera da sua parte, mas quando precisar apresentar você terá que estudar o que foi passado. "Ah, mas não vale, aí o cara vai decorar também" - alguém grita na plateia. Claro que vai, a diferença é que você terá de explicar o que foi dito.
E se por acaso todos ajudarem na preparação da apresentação? Todos estudam, e nunca esquecem.
Amigos, eu não falo isso porque sou preguiçoso e não quero fazer provas. A verdade é que eu sempre aprendi muito mais fazendo os slides e pesquisando durante horas para meus trabalhos, do que ficando uma tarde decorarando conceitos. Pensem comigo e respondam.

Eu acho que as provas deveriam continuar existindo, mas com um conceito bem menor na nota final do semestre.
ResponderExcluirTrabalhos, seminários e afins deveriam monopolizar o sistema de avaliação, sem esquecer totalmente do nosso tão tradicional método de provas.
Acho que um bom misturado de provas sem e com consulta, trabalhos, seminários e listas de exercícios, fazendo uma combinação, podem ser todos eles métodos muito úteis para a fixação da matéria.
ResponderExcluirAgora, essa coisa de 2 provas e acabou só serve pra agradar professor preguiçoso.