segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O YouTube vai substituir a televisão

Eu esperei muito tempo para confirmar essa teoria que estou bolando. Até mesmo parei por horas para refletir se a minha opinião sobre este assunto era boa o bastante para convencer alguém. Como não concluí nada, resolvi jogar os meus argumentos neste texto, mostrando como o YouTube, definitivamente, está substituindo a televisão. Aguarde os futuros parágrafos para entender melhor o que eu estou querendo dizer.

Já faz anos que sou inscrito em vários canais do YouTube: amadores ou profissionais. Todos eles entregam conteúdos que, na minha opinião, fazem com sucesso o serviço de entreter. Uns fazem rir, outros fazem chorar e outros fazem cantar. Mas o mais importante: todos estes são programas que eu posso assistir quando quiser e sem pagar nada. Se eu quero ver um clipe de música, basta pesquisar e assim por diante.

A televisão (não o aparelho, mas os conteúdos que ela oferece) já não é suficiente para me agradar. Abrindo um parênteses, quero eliminar daqui as séries de TV, que são transmitidas em outros países e não fariam parte de uma agenda "normal" de um telespectador como eu, já que eu acho muito sem graça assisti-las na frente da telinha. Então, continuando, o único programa que eu me desloco para acompanhar é o jogo do Grêmio. Uma vez, vários anos passados, eu acompanhava partidas de futebol de outros times. Hoje não perco o meu tempo.

Eu tenho em mente que o YouTube vai acabar substituindo a televisão, eventualmente. Não o aparelho, porque ele estará lá para você poder acessar o aplicativo da rede social. Os canais procurarão ter a sua própria programação (paga ou não) disponível em suas páginas, criando até eventos ao vivo para que os interessados possam assistir. Por que não o futebol também?

Hoje eu não preciso ligar no Jornal Nacional para ver as notícias. Eu posso me inscrever em canais internacionais de vlogueiros que divulgam elas para mim. Como falei anteriormente, eu não vou mais no Multishow ou MTV para assistir clipes (uma vez isso era o principal fator para assinar os pacotes de TV), além de que eu posso escolher o que eu quero ver e não o que o editor acha melhor.

Para rir eu não preciso da Zorra Total ou Turma do Didi. Me inscrevo em canais que proporcionam horas de risadas - verdadeiras -, criados por pessoas como eu, você, nós. O YouTube, hoje, é do usuário, e muita gente já ganha dinheiro com isso. Gosto de ver como um exemplo encantador de como transformar esse novo módulo de carreira em negócio a galera dos Estados Unidos, que tornam as suas páginas profissioais e entregam conteúdo com horários certos, sem falhar quase nunca. Além disso, existe um suporte gigantesco para os que estão começando e que têm talento. Isso ainda não se vê no Brasil. Parece-me que o egoísmo de quem faz sucesso é o mesmo que contaminou a massa blogueira do nosso país. "Se você não tem nenhuma visualização eu não preciso divulgar, mesmo sendo ótimo. O que eu vou ganhar com isso?", eles dizem.

Importando o número de views ou não, no YouTube todos podem criar e sempre vai ter alguém interessado no que você tem a dizer. Há um preconceito muito grande para com os iniciantes neste meio. Parece que ninguém pode usar a mesma técnica que outros já usaram ou que é proibido criar. Mas é como diz o slogan do site: "Broadcast Yourself". Todo o ponto deste incrível site de vídeos sempre foi a criação de conteúdo. E eu apoio isso.

E é óbvio que eu chegaria no final deste texto para divulgar o meu canal, mesmo tendo pensado em escrever sobre esse assunto faz muito mais tempo do que quando tive a ideia de fazer vídeos. Estou começando um canal, acho que ainda tenho muito para melhorar e com certeza trabalharei para isso. Sei que pode conter muita vergonha alheia para você e acredite, não foi fácil decidir em mostrar a minha cara para o mundo, mas a vontade foi maior e eu vou procurar persistir nela, mesmo sabendo que ficar rico com isso é improvável. Fazer vídeos sempre foi uma diversão minha, assim como gravar programas de áudio, e eu quero que você acompanhe para me dizer o que está achando. Se for uma grande merda, sem problemas, meu objetivo é crescer e criar. E somente tentando isso vai acontecer.

3 comentários:

  1. Cara eu acho que substituir na forma como tu falou, pra geraçao abaixo dos 30/25, ja é algo normal, eu tambem só recorro a TV pra ver esportes/Gremio. Agora na questao de conteudo, retirando os vlogs/clipes, acho mto fraco ainda, ate ja vi algumas webseries, mas nao tem como comparar com o que passa nas redes de tv dos EUA, que muitos baixam aqui no Brasil. O que chega perto disso é o Netflix, que tem uma serie original agora e tava trazendo uma outra de comedia de volta pra episodios especiais. E sobre o teu canal, achei legal os 2 videos ate agora, mas acho que tu poderia ate aproveitar o teu twitter/blog como forma de abordar algum conteudo que tu posta/tuita, e falar em video, como sobre uma serie, musica, ou algum outro tema cultural, do momento. Boa sorte com o canal :D

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    1. Concordo com tudo o que tu falou. Mas eu acho que ainda vão existir séries melhores no YouTube. O próprio site já anunciou que vai investir nessa parte paga, tipo o que o Netflix faz.

      Valeu por assistir os vídeos e comentar aqui =D Eu ainda estou tentando buscar alguma fórmula para o canal. Quero, primeiramente, criar coisas que aparecem na minha cabeça e ver como fica. Já estou planejando uma divisão de conteúdos no próprio canal, o que vai separar diversos "programas" com formatos diferentes. Ainda tem um longo caminho pela frente.

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  2. Parabéns pelo blog!Vim conhecer pela foto no blog Dicas Blog!
    Abraço

    www.miinteressa.com

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