terça-feira, 8 de janeiro de 2013

De onde surgem as pessoas que caminham na beira do asfalto?

Enquanto eu estava sentado na poltrona do meu carro carro do meu pai e admirando as paisagens que a serra gaúcha proporcionava, percebi alguns elementos que, no meu dia a dia, estavam totalmente excluídos da minha mente. Sabe aqueles lugares desertos e sem qualquer sinal de residência por perto? Então, eu comecei a me perguntar de onde surgem as pessoas que caminham na beira da estrada, nesses locais. São sem destino? São apenas truques do universo para manter a sociedade funcionando? Ou são mais uma peça de um Sim City jogado por robôs que controlam as nossas vidas?

Você está vendo a foto que representa este post, não é mesmo? Pois bem, esta é uma fotografia feita por este que escreve (tirando a parte das letras e do homem parado de forma estilosa). Fique sabendo que é um produto do Photoshop. Continuando... eu peguei o meu aparelho fotográfico e, com muito dom e sabedoria, apertei o botão com o carro em movimento. Dá para perceber que esta é uma verdadeira obra de arte. Este é um modelo perfeito das estradas que eu quero exemplificar aqui.

Pense na vastidão que envolve a paisagem. É fácil de imaginar que, dos lados, temos vacas, ovelhas, dinossauros (?), pedras, plantações de batatas. Na nossa frente, apenas o vazio. Mas como poderia aparecer uma pessoa ali, nesta imensidão de nada? E eu lhe respondo, caro perguntador: não faço ideia.

O incrível é que nunca vemos de onde surgem, mas apenas que há alguém ali dando seus passos para... Nárnia, quem sabe? Eu não sei nem como explicar, por isso estou enrolando tanto para dar uma resposta. E nem darei, porque não sei o que dizer. Uma das minhas teorias é a do Sim City: essas são pessoas que a galera da Matrix insere no jogo para que algum movimento aconteça e as coisas não se tornem um tédio completo.

Mas se isso não é obra de um jogo de vídeo game, então eu sinto pena desses seres humanos, porque não há destino para eles, senão apenas o eterno vazio. A esperança de chegar ao lugar que nunca existiu, e o pior, sem saber jamais de onde surgiram.

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