domingo, 16 de dezembro de 2012

Ninguém me mandou um telecar... ainda bem

Aqueles carros que paravam na frente de casa em festas de aniversário podem ser comparados facilmente com os tatu-bola: existiam quando éramos pequenos, mas agora ninguém mais vê. Hoje, dia 16 de dezembro, é meu aniversário. E isso pouco importa. Eu não costumo colocar a data no Facebook ou em qualquer outra rede social, porque não me sinto bem vendo várias pessoas me parabenizando por  algo que elas nem faziam ideia que iria acontecer. Faço isso para poupar os outros do trabalho de precisar cumprir com o protocolo social.

Aniversários são datas estranhas. Uma vez as crianças vinham até a minha casa para cantar parabéns e comer docinhos, aí fomos crescendo e o que sobrava era uma garrafa de Coca-Cola com um dia inteiro jogando FIFA. Hoje, no entanto, prefiro me reservar na minha casa e viver como se fosse um dia qualquer. Eu prefiro lembrar todos os dias que estou vivo do que comemorar naquele em que, supostamente, nasci.

E como eu odeio a música clássica de parabéns. Se existe algo que faz as pessoas se sentirem sem jeito é quando alguém puxa as palmas e você tem que ficar sorrindo como se estivesse gostando daquela cantoria desafinada. O meu sentimento nesse tipo de festividade se resume com a imagem abaixo:
Enfim, somente gostaria de deixar registrada aqui esta data e dizer que você, caro leitor, é o meu verdadeiro presente de aniversário. E também estou escrevendo, pois já está na hora de eu manter este blog atualizado com frequência. 

Um comentário:

  1. Eu gosto de receber os parabéns, mesmo de desconhecidos, não me faz nenhum mal. Mas entendo você. Abraços. @AnonimoFamoso

    ResponderExcluir