segunda-feira, 2 de abril de 2012

Qual é a graça de ser adulto se não podemos ser crianças de vez em quando?

Esta é a melhor frase dos últimos anos. E afirmo isso com toda a certeza do mundo, pois eu prefiro muito mais ter uma mente infantil do que me preocupar DEMAIS com o que está por vir. Mas isso não significa que não devemos levar em conta as nossas responsabilidades, basta saber organizá-las corretamente. Eu sempre fui mais feliz que o normal e da mesma maneira me mantive sério quando era necessário. Passei pela escola, um pouco de faculdade e agora trabalhando. E a grande razão por ainda não ter enlouquecido neste mundo cheio de coisas estressantes, é porque mantenho o meu psicológico o mais criança possível, procurando pensar em diversas coisas que me mantêm extremamente feliz. E este blog é onde eu descarrego todas as bizarras ideias que aparecem em minha mente. Bom, você já viu isso em muitos textos.



Logo no início desse vídeo e também todo o resto explica o título do post. Então, como eu ia dizendo, é muito legal poder separar as coisas e não se importar com tudo, lamentando todas as frescuras que acontecem no dia, chorar pelos cantos por qualquer besteirinha que aparece. Se algo muito sinistro ocorreu e eu preciso resolver, vou fazer isso onde é necessário, mas não em casa, nem no twitter (cujo é o lugar onde eu mais jogo porcarias e não levo em consideração as opiniões alheias). 

Mais uma vez tenho que citar Doctor Who no post, porque é inevitável. Já estou na 2ª temporada da série clássica e passei por todas as outras seis da atual, e muitos dos Doctors que passaram pela série mostraram seus diferentes tipos de personalidade. O 1º era idoso e irritante, o 2º um pouco mais bobalhão, o 4º (rapaz do vídeo) também era bem feliz, assim como o 11º. E não importa o quanto mude, mesmo que os outros sejam muito legais, como o David Tennant que interpretou um Doctor muito mais emotivo, eu sempre prefiro aqueles que não estão muito ligando com os problemas ao redor, mas sim se divertir do jeito deles.


Creio que a minha necessidade de ter essa diversidade de pensamentos seja muito necessária para o que eu faço atualmente: escrever em blog de humor, o meu, em uma revista e constantemente tentar criar coisas novas.

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