segunda-feira, 12 de março de 2012

As crianças poderão dizer novamente que tiveram uma ótima infância

Sabe quando você conversa com os seus amigos sobre as coisas mais nostálgicas das suas vidas? Dizendo como aquilo era bom, pensando nas crianças de hoje que só assistem porcarias? Então, nós, dos anos 90 pudemos assistir "O mundo de Beakman; vários desenhos divertidos como "Tom e Jerry", "Pica-Pau"; séries como "Kamen Rider Black R X" (muito bom, demais, sensacional). Passávamos tardes vendo e depois comentando sobre os episódios. É essa emoção de poder comentar algo que marcou a infância que eu quero que a maioria tenha no futuro. E eu sei que isso irá acontecer em pouco tempo.


É óbvio que eu estou falando aqui sobre Doctor Who. Entreguei o assunto do texto logo no início, porque não tem como enrolar tanto como nos outros deste blog. Vamos entender qual é a essência desta série e depois partiremos aos argumentos do escritor.


Doctor Who nasceu em 1963 e contava, através do programa, histórias sobre acontecimentos marcantes na humanidade e como ninguém poderia mudá-los, pois o tempo é algo muito delicado e tem certos pontos cruciais que não podem ser modificados. O personagem principal, é claro, se chama Doctor (ou Doutor). Ele é um Senhor do Tempo nascido em Gallifrey. Ele salva os seres humanos de ataques de alienígenas ou seja lá qual for o monstrinho que aparecer.

Logo no início, quando William Hartnell (primeiro Doctor - foto) estava prestes a sair por causa de uma doença que estava sofrendo, os produtores pensaram em algo que fizesse o Doctor mudar de corpo, porém manter as memórias. Hoje é chamada de regeneração. Cada nova encarnação do timelord traz uma nova personalidade e um diferente jeito de ser. É por este motivo e também pela grande qualidade de roteiro que a série vive até hoje.


Doctor Who é um ícone cultural na Inglaterra. A maioria das pessoas (crianças, jovens e adultos) já tiveram a experiência de poder assistir algum dos Doctors em ação, sendo eles 11 até o momento. Assim como tomar o Chá das Cinco, Doctor Who tem uma grande apelação no dia-a-dia dos Britânicos. É por este motivo que a TV Cultura resolveu trazer a série para o Brasil e apresentá-la ao público tupiniquim. 

Para mim, ela pode ser assistida tranquilamente por qualquer pessoa em qualquer idade, principalmente crianças, pois o Doctor é um personagem muito carismático (dando ênfase ao 11º, interpretado por Matt Smith - foto), e muitos pimpolhos se identificarão facilmente com ele. Você irá me perguntar: ela será dublada? Sim, porém dá para entender. O público da Cultura é na maioria composto por crianças e elas buscam diversão e entretenimento, não admirar o sotaque da Inglaterra. Mas quem preferir poderá apertar a tecla SAP e ter o áudio original.

Esta, com certeza, será a série que todos estarão comentando com muita nostalgia no futuro e, se tudo continuar como está, poderão ainda acompanhar semana após semana um episódio inédito desta obra prima.

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