terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Duas profissões que eu acho sensacionais

Para declarar que algo é supimpa não é necessário saber fazê-la, basta aceitar que aquilo é muito legal. Existem duas profissões em toda a humanidade que eu fico completamente boquiaberto quando vejo alguém executando-as. Com certeza não irei contar ao amigo leitor até o final deste texto, até porque é necessário mantê-lo ligadinho no blog. "Mas como o senhor irá falar delas sem ao menos mencioná-las, amigo Jonathan?". Vamos descobrir!

Na faculdade de jornalismo eu aprendi uma coisa muito especial que levarei para sempre em minha consciência: nem sempre tudo o que você quer é possível fazer. E mesmo que você esteja pensando que a profissão de jornalista é a uma das que eu mais admiro, enganou-se bonitamente. Existem poucas pessoas que trabalham com isso e realmente me impressionam: William Bonner. Não me levem a mal, mas é impossível pensar em alguém em exercício que seja totalmente fiel ao que faz. Se formos falar dos Esportivos então...


Como falei acima, levei comigo um aprendizado fundamental e que veio a ser motivo de reflexão durante as noites em que o meu cérebro não me deixa dormir. Uma das profissões que eu acho incríveis tive de experimentar no quinto semestre do meu curso e, infelizmente, captei que não seria algo que eu pudesse fazer. Talvez pela vergonha e pela GRANDE falta de treinamento, isto é, nenhum. Nunca em minha vida passei por tal atividade, portanto não haveria sentido pensar que eu seria perfeito no que estava fazendo. Mas vamos combinar aqui uma coisa: existem pequenos elementos em nós que temos certeza que somos capazes, não é mesmo? Pode até demorar para achar, mas é evidente que a nossa habilidade cresce em certo ponto. Posso usar o exemplo do primeiro momento quando pegamos o lápis para escrever, onde muitos o seguram com a mão direita e outros (eu) pegam com a esquerda. Ninguém disse com qual deveria fazê-lo, mas o instinto o levou a isso.

Aí vem a caligrafia. Você sabe que é canhoto, mas é necessário exercitar suas capacidades para que fiquem cada vez melhores. Isso fundamenta a minha teoria de que temos poderes escondidos e só falta alguém para descobrí-los, para mostrar que eles existem. Assim, depois de tudo preparado, basta melhorá-los cada vez mais. 

Sendo assim, concluo que as profissões de ator e escritor são as duas que eu mais tenho prazer em falar e comentar. A primeira: a "facilidade" de falar com uma câmera, interpretar uma pessoa completamente diferente da que você é, decorar falas, ter paciência para repetir cenas milhões de vezes. Eu acho isso sensacional. E foi essa experiência que eu tive na faculdade e não saiu muito bem. Tivemos que gravar um curta para a matéria de "Cinema e Vídeo" e a minha atuação não foi marcante suficiente para merecer um Oscar. Gostaria muito de saber fazer. A segunda: o escritor dá vida aos personagens, cria ligações entre eles e o leitor, inventa mundos, coloca universos em muitas mentes. Saber fazer pessoas chorarem, rirem, se sentirem próximas ao livro deve ser algo extremamente gratificante. Novamente vou falar do curta que fizemos para a faculdade: o segundo foi todo escrito, decupado e dirigido por mim, o que eu acho que ficou bem legal até, apesar dos recursos precários que estavam ao nosso dispor. Mesmo assim, consegui criar uma narrativa complexa o bastante para prender a atenção. Até tenho vontade de dar uma editada nela e trazer para a internet. Veremos.

Com certeza gostaria de tentar as duas, porém tenho muito mais vontade de me tornar a segunda profissão. No caso da primeira, basta observar o incrível trabalho que estas pessoas fazem.

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