terça-feira, 15 de novembro de 2011

Uma tentativa de assistir algo em preto e branco

O título explica muito do que vai ser tratado hoje neste texto: as produções em preto e branco. Por isso quero fazer uma abordagem sobre como, apesar de ser algo antigo, esta tecnologia ainda é um universo completamente novo para mim, já que nunca fui um fã de antigos filmes ou séries. Portanto, vamos ver como eu me saio.


Depois de ter uma experiência incrível assistindo Doctor Who "moderno", ou seja, que começou em 2005 com o 9º Doctor, senti-me extremamente empolgado com toda a história. Agora, como acompanhei todas as atuais temporadas, fica difícil esperar até o próximo ano, então decidi ver como tudo começou, lá em 1963 com o primeiro e velho Doctor.

Acostumar-se com cenários precários e atores um pouco engessados é um desafio já de início, pois nós sabemos o quanto tudo evoluiu de lá pra cá, principalmente o som e a imagem. A dificuldade para se acostumar é muito grande, já quase não tenho paciência de ver algo dos anos 90, imagina de uma criação do tempo do Ari Pistola. Bom, mas após três ou quatro episódios já fui aceitando um pouco mais o estilo de como é filmado e algumas atuações que eram muito parecidas com as minhas nos teatros da escola. Mesmo assim preciso elogiar, principalmente os arcos criados em Doctor Who, que são muito bem produzidos e prendem a atenção. Agora entendo o porquê de ser tão famoso e aclamado.

Eu tenho um ou dois filmes guardados no HD que também são em preto e branco, mas não tenho coragem de ver, simplesmente não funciona comigo. Precisa ser uma produção extremamente incrível para que eu fique mais de uma hora prestando atenção. A TV em preto e branco me dá a impressão de que até as pessoas eram assim, que não é somente problema da tecnologia televisiva da época.

Mas acho que nada é mais bizarro do que foto antiga, isso sim é de dar medo eterno. No mais, a minha vontade de terminar 26 temporadas de Doctor Who continua muito grande e creio que, em breve, estarei de volta à televisão colorida.

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