segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Que horas são?

"Em Brasília 19 horas". Já pensou se nunca pudéssemos ouvir a hora? Ou quem sabe nem notar que ela existe?

Andar para lá e para cá sem ter como saber quando seu compromisso está chegando, nem se já dá para sair e almoçar. Como faríamos para organizar tudo o que precisamos? Como substituiríamos as horas?


Muitas perguntas e eu não sei a resposta para nenhuma. São coisas que eu fico imaginando nos momentos em que a minha mente está livre para divagar sobre assuntos impossíveis do Universo, como ver faces nas lajotas e pensar que são espíritos presos ali para sempre, pagando pelos seus erros no mundo; ou até mesmo que todas as pessoas do Mundo são clones umas das outras, pois sempre alguém diz que somos parecidos com alguém.

Enfim, melhor não perder o fio da meada. Quando eu marco um horário, seja para dentista, seja para ir na aula de inglês, seja para acordar, logo vem um pensamento sobre nunca mais ter como se localizar no tempo. E eu digo, imagine se, do nada, todos os relógios parassem e você ficasse perguntando: "que horas são?"; "como acertar meu relógio de acordo com o tempo certo?"; "vou para a Inglaterra, que horas são em Londres?". Pois é. As coisas ficariam um pouco complicadas.

Antigamente as pessoas sabiam se orientar de acordo com o sol, mas será que, com a tecnologia que estamos acostumados, conseguiríamos voltar? É a mesma coisa que ter um computador potente e não conseguir usar um de dez anos atrás. 

Mas, e digamos que desde o início da história da humanidade não existisse nenhuma forma de organizar o tempo em horários? Seria interessante ver se tudo seria um caos ou conseguiríamos dar um jeito nisso, como sempre.

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