quarta-feira, 4 de maio de 2011

Parenthood


No Brasil, conhecemos as novelas do formato que elas são, e obviamente nunca mudam. São famílias ricas provavelmente problemáticas, algum assassino que morre no final, e casais comemorando um belo amor a cada término de episódio. Se eu assisto novela? Costumava, quando eu tinha uns doze anos, mas mesmo assim só via aquelas como “O beijo do vampiro”, “Bang-Bang” entre outras. Hoje, acompanho muitos seriados e dentre eles descobri um que chamou muito a minha atenção: Parenthood, assunto do nosso post de hoje. Posso dizer que esse show é a minha “novela” favorita.



Depois de terminar de ver Six Feet Under (cujo já fiz um post aqui, mas no futuro quero aprofundar mais) fiquei meio naquela “depressão pós-season finale”, porque foi a coisa mais incrível que eu já tive a oportunidade de assistir. Vejam, não vão se arrepender. Pois bem, eu queria voltar com algo mais “família”, um conceito diferente das obras policiais ou de ficção científica. Achei Parenthood, também por procurar novos trabalhos do Peter Krause (Nate Fisher em Six Feet Under) que fez um personagem indescritível. Consegui juntar o útil ao agradável.
Parenthood é basicamente isso: discussões familiares, problemas com os filhos, educação, trabalho, estudo. Aquilo tudo que já estamos acostumados a ver. Mas mesmo que seja algo corriqueiro para nós, ainda sim a série consegue chamar a atenção, pelo menos a minha. 
Tudo gira em torno dos Braverman: os avós, os pais, os filhos e eventualmente seus namorados (as). Alguns já estão bem encaminhados nas suas vidas, outros ainda buscando saber o que realmente querem para o seu futuro. Tudo vai se desenvolvendo bem na série e cada um, aos poucos, conseguindo se encontrar. Fora tudo isso, ainda aprendemos um pouco sobre Autismo e a luta que os pais têm com os filhos que passam por este problema.
Diferente de Six Feet Under, Parenthood não é triste, não é sobre morte, nada disso. É uma boa forma de se distrair num domingo quando não se tem nada a fazer. Como costumo falar quando alguém me pergunta uma opinião sobre algum seriado, respondo: “é uma série feliz,  boa de assistir”. 
É isso. Você aprende um pouco mais sobre a vida familiar e se diverte ouvindo as intermináveis brigas.



2 comentários:

  1. Opa, gostei da resenha, vou procurar assistir,ñ sei se pode indicar por aqui, mas o próximo post de séries poderia ser sobre Fringe,e o season finale dela que promete. Sou meio suspeito pra falar, pq gosto de séries do genero ficção, mas acho Fringe a melhor das atuais.

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  2. Valeu! Sem querer, a tua indicação coincidiu com a próxima resenha. Já escrevi sobre Fringe e ela vai ser publicada na semana que vem.

    Sinta-se livre para indicar as séries, quando eu tiver disponibilidade de assistir, com certeza escreverei.

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