quarta-feira, 11 de maio de 2011

Fringe

Já faz um bom tempo que venho pensando em escrever um review sobre FRINGE, e vejo que chegou o momento. 

Renovada para a quarta temporada, essa série sobre ficção científica e teorias da conspiração me deixou ligado na história desde o primeiro episódio. No início não parece que algo extraordinário irá acontecer, como estamos vendo agora no fim da terceira temporada (não vou contar :p), mas indica que é mais uma daquelas histórias que você deve pregar os olhos na tela e não prestar mais atenção em nada.


O seriado fala sobre Olivia Dunham, agente do FBI que começou a trabalhar em casos sobrenaturais que começaram a acontecer depois de um acidente de avião com todos os passageiros contaminados com uma espécie de vírus. A dificuldade de resolver os casos por conta da ciência avançada que cada um implicava fez com que Olivia pedisse permissão ao chefe Agente Broyles libertar o gênio Walter Bishop do hospício, pois ele seria capaz de responder tudo o que fosse necessário. Com a intenção de deixar o cientista livre para ajudar o FBI, foi preciso achar Peter Bishop, filho de Walter.

Com o passar dos episódios começamos a ver uma relação maior entre os três principais personagens. Cada um com suas peculiaridades, principalmente Walter, que é o meu personagem favorito na série.

Não vou entrar em muitos detalhes para não contar a história completa, apesar de estar querendo muito revelar todos os segredos das primeiras temporadas, mas vou me segurar.

Fringe pode ser chamada de "Lost da cidade", pois envolve muitos mistérios e poucos realmente resolvidos, porém não existe assistir e não ter vontade de cada vez ver mais. A série é escrita por JJ Abrams, também criador de Lost. Aí já vemos a relação.

Deem uma chance, e não irão se arrepender. Aos que pararam na metade, deem outra chance.

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PS: o fundo da imagem desta coluna é de Fringe.

PS2: faz um bom tempo que assisti o primeiro episódio, se narrei algo errado, me perdoem.

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