sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

E se você fosse o protagonista?

Há alguns dias me peguei divagando sobre várias coisas da vida, desde filosofias malucas, até os pensamentos mais obscuros sobre o impossível, ou o possível. Passado um tempo depois de quase escrever um livro de Freud e me perder em um mundo paralelo, voltei e infelizmente junto comigo vieram milhões de ideias absurdas, estas que quero compartilhar com vocês, queridos e quase extintos leitores.

Eu peço neste momento que você entre em estado de total concentração, esqueça tudo o que está fazendo agora e apenas leia o texto. Acompanhe cada segundo de leitura, criando o seu próprio mundo em sua mente, deixe fluir um pouco da criatividade que pertence a você.



Imagine que todos os seus atos trazem consequências fatais para todas as pessoas que vivem neste planeta, finja que você é o personagem principal de um seriado ou filme. Cada palavra sua influencia na decisão de outra pessoa, e o foco está centrado diretamente em você. Se alguém morre, é porque deveria ser assim, para que o episódio final da sua vida seja com os seus olhos se fechando por último aqui na Terra.

Pense que a todo momento tem uma câmera lhe filmando e que toda a sua vida passará em um canal de televisão, afinal, o personagem principal é você.
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Eu fiquei muito tempo, antes de dormir, pensando nisso que escrevi acima. Quem lê pode pensar que eu estou ficando louco, e claro, devo estar mesmo. Mas fiquei analisando cada coisa que aconteceu em toda a minha vida e tentei colocar os fatos como se eu fosse o protagonista, se tudo o que aconteceu foi para algo me favorecer ou não. Claro, isso é um pensamento extremamente egocêntrico e eu estou longe de querer ser o centro das atenções, mas o exercício de ligar os fatos com o que aconteceu comigo é legal.

Não precisamos ser os personagens principais da vida, do mundo, ou do universo. Apenas podemos ver se um pequeno deslize, ou uma grande escolha mudou a história de alguém que nos importamos.

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